Programação Teatro SP - 12 Homens e uma Sentença

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Com duas indicações ao Shell, 12 Homens e uma

Sentença faz nova temporada no Teatro Imprensa

 

Indicada ao Prêmio Shell de Melhor Direção (Eduardo Tolentino) e Melhor Ator (Norival Rizzo), a peça - que ganhou o  Prêmio APCA 2010 de Melhor Espetáculo Teatral do ano – reestreia no Teatro Imprensa.  A adaptação - inédita para o teatro do clássico filme dos anos 50 - tem direção de Eduardo Tolentino de Araújo e marca a volta aos palcos  do ator José Renato

 

 

Prêmio APCA de Melhor Espetáculo do ano, 12 Homens e uma Sentença segue em temporada, agora no TEATRO IMPRENSA, com sessões de quinta a domingo. A trama de um dos melhores filmes de tribunal da história (12 Angry Men, EUA, 1957, de Sidney Lumet, na tradução literal 12 Homens Furiosos) foi montada pela primeira vez no teatro brasileiro, com produção da atriz e jornalista Ana Paz e do ator Mário José Paz. O texto de Reginald Rose tem tradução de Ivo Barroso, encenação de Eduardo Tolentino de Araújo e cenografia e figurino de Lola Tolentino.

 

O elenco apresenta Norival Rizzo (no papel interpretado nas telas por Henry Fonda, o jurado n. 8) e Genézio de Barros, personagem vivido por Lee J. Cobb no cinema. Depois de décadas sem subir ao palco, o ator José Renato fez sua volta triunfal como o velho homem que dá o primeiro voto de inocente. Oswaldo Mendes, Eduardo Semerjian, Haroldo Ferrary, Riba Carlovich, Ricardo Dantas, Brian Penido, Augusto César, Fernando Medeiros, Ivo Müller e Adriano Bedim completam a magnífica seleção de atores. 

 

O calor escaldante do Verão de nova York faz o suor pingar do rosto dos 12 homens trancados a chave numa pequena e claustrofóbica "sala de júri". Depois de dias de julgamento, está em suas mãos decidir a sorte do réu. O mais importante: o veredicto precisa ser unânime. Se os 12 enclausurados jurados considerarem o réu culpado do assassinato do próprio pai, ele será executado, mas se um deles tiver uma dúvida razoável a respeito da culpabilidade, o garoto não poderá ser condenado. 

 

Para o diretor Eduardo Tolentino, o desafio de transpor o filme para os palcos está no trabalho de atores. “Trata-se de algo que envolve idéias e discussões, por isso é importante saber como tornar isso ao mesmo tempo atraente e impactante, como no filme. Precisamos estruturar a montagem para que vá além da fala e esteja tanto no corpo dos atores como no palco.”

 

Fonte: Divulgação

 

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